Case · Advocacia

Caputo Bastos e Serra: o escritório passou a decidir por número

Escritório de advocacia de grande porte passa a ler lucratividade por contrato, capacidade da equipe e prazos em um só lugar.

Marca da Caputo, Bastos e Serra Advogados sobre fundo geométrico em branco

A empresa

A Caputo Bastos e Serra é um escritório de advocacia de grande porte, com atuação em múltiplas áreas do direito, entre elas Direito Público e Defesa Trabalhista.

A escala trouxe uma estrutura que poucos escritórios têm: uma controladoria dedicada só a acompanhar o que é publicado nos tribunais. E trouxe também a pergunta que escala nenhuma responde sozinha, que é quanto cada contrato, cada cliente e cada hora de trabalho realmente representam.

O desafio

O escritório crescia sem conseguir responder o básico com número. Captação, lucratividade, inadimplência e capacidade da equipe eram decididas por percepção, porque a informação existia espalhada entre sistemas e nunca chegava consolidada.

Dor 01

Lucratividade invisível contrato a contrato

Não havia leitura de quanto cada contrato custa em horas frente ao que ele de fato recebe.

Dor 02

Captação sem dono claro

Não dava para dizer o que cada advogado captou, por cliente e por área de atuação.

Dor 03

Inadimplência descoberta tarde

O escritório não enxergava quais clientes atendidos já representavam desvantagem financeira.

Dor 04

Capacidade da equipe sem medida

Sem saber quanto da capacidade disponível virava trabalho técnico, não dava para dimensionar o time.

Como a Fato ajudou

O trabalho começou pela imersão com os sócios e a controladoria, para mapear como o escritório cobra, lança horas, controla prazos e trata publicações. Só depois veio a integração: contratos, lançamentos financeiros, timesheet, prazos e publicações foram estruturados e chaveados entre si, encadeando contrato, processo e cliente.

Ganhos de operação e de gestão

O que mudou no dia a dia de quem toca a operação e de quem decide.

  1. O contrato virou o elo entre financeiro e operação

    Cruzado com as horas do timesheet, o cadastro de contratos fechou a leitura de lucratividade que antes não existia.

  2. A inadimplência deixou de aparecer tarde

    Cada advogado enxerga quais dos seus clientes têm valor em aberto, há quanto tempo e de que natureza.

  3. A carga de trabalho passou a incluir a revisão

    Distribuir trabalho olhando só os prazos no nome do advogado escondia metade da carga. Hoje prazos próprios e de revisão aparecem somados.

  4. A controladoria trabalha uma fila, não uma caixa de entrada

    As publicações chegam triadas e classificadas, e o que é descartado não volta a ser analisado.

  5. A capacidade passou a ser lida por senioridade

    Sênior, pleno, júnior e estagiário aparecem lado a lado na divisão entre horas técnicas, administrativas, férias e disponíveis.

O método por trás deste case

O caminho é o mesmo em todo projeto: entender o negócio, integrar os sistemas, corrigir o processo que produz o dado e só então desenvolver automação e IA. Está descrito na metodologia e é o que a consultoria de Dados e IA entrega todo mês. Veja também os outros cases.

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