Aliar: oito sistemas que não conversavam viraram um contexto só
Aviação executiva compartilhada ganha DRE, fluxo de caixa e leitura de resultado por aeronave sobre uma base única.
A empresa
A Aliar opera aviação executiva compartilhada em Brasília, no modelo de propriedade fracionada: compra a aeronave, divide em cotas e vende cada fração a clientes que passam a ter direito a voar um número de horas por ano.
A frota tem entre oito e nove aeronaves sob um único certificado da ANAC, e a receita vem de três fontes distintas, o que torna a leitura de resultado bem menos óbvia do que parece.
O desafio
A operação gerava dado em todo lugar e em nenhum lugar ao mesmo tempo. Eram oito sistemas sem integração automática, e a rastreabilidade de um voo dependia de número e data baterem manualmente entre eles.
Dor 01
A pergunta que não tinha resposta
Não havia como dizer se um voo específico deu lucro ou prejuízo, somando hora voada e custo fixo.
Dor 02
A mesma informação digitada quatro vezes
ERP, diário de bordo, folha e agenda recebiam o mesmo lançamento, e divergiam entre si.
Dor 03
Volume que não escala na conferência manual
Cerca de três mil lançamentos por mês tornavam a validação humana inviável, e o erro virava cobrança indevida.
Dor 04
Operação sem visibilidade
Disponibilidade da frota, jornada de tripulação e gasto por fornecedor não eram acompanhados por medida.
Como a Fato ajudou
A fundação veio da ingestão pela API do ERP central, que passou a alimentar uma base única no ambiente da Aliar. A partir dela, a Fato construiu a camada financeira respeitando as regras de negócio da aviação, como a distinção entre a despesa que é repassada ao cotista e a que de fato vira conta a pagar.
- DRE em níveis, respeitando a regra que separa despesa repassada de conta a pagar.
- Fluxo de caixa com projeção de saldo final.
- Faturamento por aeronave, tratando cada jato como unidade de negócio.
- Abertura do cronograma operacional para acompanhamento das entregas.
- Base preparada para lucratividade por voo, por aeronave e por cotista.
Ganhos de operação e de gestão
O que mudou no dia a dia de quem toca a operação e de quem decide.
-
Cada aeronave virou uma unidade de negócio
O resultado deixou de ser lido só no consolidado e passou a ter endereço por jato.
-
A diretoria priorizou com base em número
DRE e fluxo de caixa entraram primeiro por decisão da própria diretoria, como fundação para o resto.
-
O erro passou a ser detectável
Com os lançamentos em base única, divergências entre sistemas deixam de depender de conferência manual.
-
A agenda parou de competir com o sistema oficial
Integrar as duas fontes elimina a divergência que fazia a operação confiar na agenda e o financeiro no ERP.
O método por trás deste case
O caminho é o mesmo em todo projeto: entender o negócio, integrar os sistemas, corrigir o processo que produz o dado e só então desenvolver automação e IA. Está descrito na metodologia e é o que a consultoria de Dados e IA entrega todo mês. Veja também os outros cases.
A sua operação tem a mesma pergunta sem resposta?
Conte o seu cenário em uma conversa de diagnóstico.
Falar com a Fato